segunda-feira, 23 de maio de 2011

(...)

A vida passa devagar diante desse momento impiedoso que custa lembrar do meu erro. Ou é o som dos pássaros, o cheiro do meu quarto, uma música de fundo. Tudo parece se tornar mais aguçado perante os minutos. Cada som é detectado e gravado na minha memória. E falando em gravar e memória...

Recordo-me perfeitamente dos momentos que passei ao seu lado. Cada sorriso, cada tapa, cada toque, cada gesto, cada sensação estão intactas em minha memória. E quando eu penso em você um filme lindo passa diante de meus olhos. Ai então eles lacrimejam, ficam embaçados e eu desmorono de angustia, sofrimento e dor.

A culpa disso tudo? Minha. Por não saber dar valor algum para você.

Perdoe-me.

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